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Continuidade de Negócio em IT: Quando a infraestrutura falha, o negócio não pode parar

Marketing hes

16 fevereiro 2026
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A depressão Kristin trouxe ventos extremos, falhas prolongadas de energia, interrupções nas comunicações e danos significativos em infraestruturas físicas. Para muitas empresas, o maior impacto não foi apenas estrutural, mas também operacional.

Servidores desligados. Sistemas inacessíveis. Equipas impossibilitadas de trabalhar remotamente. Dados temporariamente indisponíveis.

É nestes momentos que se percebe uma verdade essencial: a continuidade de negócio depende, cada vez mais, da robustez da infraestrutura IT.

Continuidade de negócio começa na arquitetura tecnológica

A maioria dos processos empresariais atuais depende diretamente de sistemas digitais:

  • ERP e faturação

  • Plataformas de e-commerce

  • Sistemas de produção industrial

  • Comunicação interna e externa

  • Armazenamento e acesso a dados

Se a infraestrutura IT falha, o negócio para.

Enquanto parceiro de negócios da sua empresa, o nosso foco está precisamente em garantir que isso não acontece.

O nosso papel: desenhar e implementar resiliência

Não vendemos apenas equipamentos ou software, também desenvolvemos estratégias tecnológicas alinhadas com o risco e a criticidade de cada cliente.

Infraestruturas com redundância real

Implementamos arquiteturas que eliminam pontos únicos de falha:

  • Servidores em alta disponibilidade

  • Virtualização com failover automático

  • Data centers redundantes (on-premises e cloud híbrida)

  • Ligações de internet duplicadas

  • Sistemas de energia com UPS e geradores

Durante um evento como a Kristin, uma empresa com arquitetura redundante consegue manter serviços ativos ou transferi-los automaticamente para ambientes alternativos.

Estratégias de backup e disaster recovery

Ter backups por si só não é suficiente, é necessário que estes sejam:

  • Automatizados

  • Encriptados

  • Testados regularmente

  • Com tempos de recuperação definidos (RTO e RPO)

Desenhamos planos de Disaster Recovery que permitem restaurar operações críticas em horas, não em dias.

Num cenário de falha elétrica prolongada ou destruição física de instalações, os sistemas podem ser ativados remotamente num ambiente seguro.

Ciber-resiliência integrada

Catástrofes físicas criam também vulnerabilidades digitais. Após grandes eventos, aumentam tentativas de fraude, phishing e ataques oportunistas.

Para se proteger deste tipo de ataques, é necessário:

  • Monitorização contínua

  • Segmentação de rede

  • Firewalls de nova geração

  • Planos de resposta a incidentes

  • Simulações e testes de intrusão

A continuidade de negócio exige que a segurança esteja integrada na arquitetura desde o primeiro dia.

Conclusão

Cada organização tem riscos diferentes. Uma indústria tem necessidades distintas de uma clínica, de uma PME ou de uma empresa de logística.

O nosso processo inclui:

  1. Avaliação de risco e impacto no negócio (BIA)

  2. Identificação de sistemas críticos

  3. Definição de prioridades de recuperação

  4. Implementação técnica

  5. Testes periódicos e melhoria contínua

A realidade é clara: as empresas não estão preparadas.

A depressão Kristin foi um alerta claro para as empresas portuguesas. A continuidade de negócio depende de uma infraestrutura IT resiliente, bem desenhada e estrategicamente pensada.

O nosso objetivo é garantir que, mesmo perante cenários extremos, os sistemas continuam operacionais e os negócios possam continuar as suas operações.

Clique aqui para falar com um dos nossos especialistas.